Abstract:
A presente comunicação tem como objectivo enquadrar as questões sobre a
apropriação e a humanização dos territórios na reflexão sobre o carácter dos poderes
públicos e a emergência de conflitos ambientais. Assume-se que a sustentabilidade
representa um desafio que se coloca no plano das práticas sociais e da ética
civilizacional, explorando-se as tensões entre o local e o global, os interesses
particulares e o interesse público. Argumenta-se a favor de uma ética da
responsabilidade e de uma análise crítica sobre as relações entre a ciência e o poder.