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Proteção da praia da Costa da Caparica contra tempestades marítimas através de alimentação artificial

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dc.contributor.author Oliveira , F. pt_BR
dc.contributor.author Fortunato, A. B. pt_BR
dc.contributor.author Freire, P. pt_BR
dc.contributor.editor APRH pt_BR
dc.date.accessioned 2026-01-23T15:43:51Z pt_BR
dc.date.accessioned 2026-05-05T16:28:20Z
dc.date.available 2026-01-23T15:43:51Z pt_BR
dc.date.available 2026-05-05T16:28:20Z
dc.date.issued 2025 pt_BR
dc.identifier.uri http://dspace2.lnec.pt:8080/jspui/handle/123456789/1019436 pt_BR
dc.identifier.uri http://repositorio.lnec.pt:8080/jspui/handle/123456789/1019436
dc.description.abstract Avaliou-se o efeito de proteção de uma intervenção de alimentação artificial efetuada na praia da Costa da Caparica contra uma tempestade marítima extrema (Hercules, janeiro/2014) e a influência da tipologia do limite superior da praia (defesa longitudinal aderente versus duna) nessa proteção. Utilizou-se o modelo morfodinâmico XBeach-2DH. A praia sofre de erosão crónica e apresenta dinâmica hidro-sedimentológica complexa, não apenas devida às trocas de sedimentos com o banco de areia da margem sul da embocadura do estuário do Tejo, mas também pela presença de um campo de esporões e de um limite superior da praia multitipológico. Concluiu-se que o volume de 106 m3 de areia é eficaz na redução do recuo da linha de costa causado pela tempestade em cenário de praia sem alimentação e que reduz em 20% o volume de erosão causado pela tempestade. Os resultados evidenciam a significativa variabilidade longitudinal da dinâmica transversal da praia durante a tempestade. A tipologia do limite superior da praia também desempenha um papel significativo: defesas longitudinais aderentes (frequentemente encontradas em praias cronicamente erodidas) expostas à ação direta das ondas conduzem a maiores volumes de erosão e uma maior extensão transversal da zona ativa. Adicionalmente, características batimétricas pré tempestade, como o declive de praia e plataformas temporárias, influenciam os padrões de erosão da praia. A combinação destes factos permitiu identificar as praias mais vulneráveis, i.e., aquelas com maior erosão induzida pela tempestade. A análise revelou que, apesar da defesa longitudinal aderente limitar o recuo da linha de costa, as praias urbanas são mais suscetíveis à erosão do que as praias naturais (com duna). Estes resultados atestam as vantagens/inconvenientes associados à implementação de defesas longitudinais aderentes como estratégia de proteção costeira. A conclusão de que as características morfológicas pré-tempestade influenciam o volume de erosão induzida pela tempestade aponta para a necessidade de realizar investigação adicional para elucidar sobre o impacto da geometria do perfil alimentado, especificamente o declive da face e do topo da praia, na eficácia da proteção. Os resultados também revelaram que um volume significativo da alimentação artificial de areia permanece na face e topo da praia após este único evento de tempestade. Testes numéricos adicionais sobre a longevidade do projeto, ou seja, sobre a permanência da areia na praia após novas tempestades típicas de inverno marítimo, fornecerão orientação valiosa para a gestão da praia. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher APRH pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.subject erosão costeira; defesa longitudinal aderente; duna; campo de esporões; proteção costeira pt_BR
dc.title Proteção da praia da Costa da Caparica contra tempestades marítimas através de alimentação artificial pt_BR
dc.type conferenceObject pt_BR
dc.identifier.local Lagos, Algarve pt_BR
dc.description.sector DHA/NEC pt_BR
dc.identifier.conftitle 17º Congresso da Água pt_BR
dc.contributor.peer-reviewed SIM pt_BR
dc.contributor.academicresearchers NAO pt_BR
dc.contributor.arquivo SIM pt_BR


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