Abstract:
O presente artigo tenta abordar, de forma funcional, o conceito de “envelhecimento ativo” e aproximá-lo da sua aplicação em soluções residenciais intergeracionais e participadas.
Começamos a temática com uma essencial registo e alguma reflexão sobre o conceito de envelhecimento ativo , passando, depois para mais uma revisão sobre o que pode e deve ser uma arquitetura residencial urbana parceira do envelhecimento humano, seguindo-se uma pequena discussão sobre o apoio residencial e ativo às cruciais transições/mudanças quando do envelhecimento humano, e, sequencialmente, uma reflexão diversificada sobre as caraterísticas habitacionais associadas a um ambiente que varie entre o apoio a uma fase de vida aposentada e um apoio gerontológico mais efetivo; finalmente abordam-se alguns aspetos mais práticos de um apoio residencial específico ao envelhecimento ativo, primeiro no que se refere à respetiva inovação tipológica residencial, depois, a relação entre a adequação residencial a idosos e condições económicas habitacionais e, por fim, a sempre essencial problemática da deriva entre ambientes agradavelmente domésticos e os riscos, sempre presentes, de institucionalidade neste quadro de soluções residenciais.