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Em mais um artigo dedicado à reflexão sobre a habitação para as pessoas mais idosas numa perspetiva integrada e intergeracional e aproximando-nos, agora de partes do estudo mais práticas e ligadas a aspetos concretos a implementar desenvolve-se, primeiro, globalmente, a matéria da adequação do espaço urbano aos mais idosos, trabalhando-se, sequencialmente, quatro subtemáticas: a questão de se dever ter em conta o potencial de vivência urbana associado à maior longevidade humana; a essencial perspetiva de uma cidade mais amigável, e designadamente, dos idosos e dos mais frágeis; a consideração específica do desenvolvimento de espaços urbanos de uso público adequados a idosos e a pessoas fragilizadas; e, depois, uma estratégica consideração sobre a tendencial distribuição etária dos habitantes no espaço urbano.
Numa segunda e última parte do artigo aborda-se a relação, julgada essencial, entre os idosos e os espaços urbanos de vizinhança, desenvolvendo-se, primeiro, a questão do desenvolvimento de vivências intensas dos espaços urbanos de vizinhança, depois aborda-se o papel da vizinhança num desejável envelhecimento ativo e, por fim, o interesse de termos vizinhanças concebidas para todas as idades, como elementos protagonistas de um espaço urbano que continua em crise. |
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