| dc.contributor.author |
Almeida, N.
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| dc.contributor.author |
Falcão Silva, M. J.
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| dc.contributor.author |
Salvado, A.
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| dc.date.accessioned |
2022-12-14T11:38:06Z |
pt_BR |
| dc.date.accessioned |
2023-02-28T10:41:31Z |
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| dc.date.available |
2022-12-14T11:38:06Z |
pt_BR |
| dc.date.available |
2023-02-28T10:41:31Z |
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| dc.date.issued |
2021-11-03 |
pt_BR |
| dc.identifier.uri |
https://repositorio.lnec.pt/jspui/handle/123456789/1015605 |
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| dc.description.abstract |
A frequência de ocorrência de eventos naturais extremos tem vindo a aumentar nos últimos anos, bem como os impactes em termos de vidas humanas e de prejuízos em ativos construídos que suportam o funcionamento da sociedade e o desenvolvimento económico e social sustentável. Perspetiva-se que a ocorrência de eventos naturais extremos, bem como os seus impactes, continuarão a aumentar devido às mudanças climáticas e ao aumento da exposição e vulnerabilidade provocada pela urbanização de crescimento intenso. Esta situação tem implicações da maior importância e relevância em termos de consideração da resiliência das estruturas no longo prazo.
Neste contexto, o Regulamento dos Produtos da Construção (RPC) prevê que os ativos construídos devam, no seu todo e nas partes constituintes, estar aptos, em qualquer momento e perante qualquer solicitação, para o uso a que se destinam devendo satisfazer, em condições normais de manutenção, sete requisitos básicos durante um período de vida útil economicamente razoável, designadamente: i) resistência mecânica e estabilidade; ii) segurança contra incêndio; iii) higiene, saúde e ambiente; iv) segurança e acessibilidade na utilização; v) proteção contra o ruído; vi) economia de energia e isolamento térmico; vii) utilização sustentável dos recursos naturais. Evidencia-se assim a grande importância de, tendo em conta a grande diversidade de ativos construídos em momentos diferentes e com diferentes níveis de exigência, diferenciar a real capacidade dos mesmos em função destas exigências.
O presente artigo visa assim apresentar uma metodologia que permite diferenciar os níveis de resposta de estruturas de betão armado em termos do primeiro requisito do RPC (resistência mecânica e estabilidade) aquando da ocorrência de eventos naturais extremos, designadamente ações climáticas e ações sísmicas. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Reabilitar & Betão Estrutural 2020 |
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| dc.rights |
openAccess |
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| dc.subject |
Resistência mecânica e estabilidade |
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| dc.subject |
Resiliência |
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| dc.subject |
Estruturas de betão armado |
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| dc.subject |
Eventos naturais extremos |
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| dc.subject |
Resistência mecânica e estabilidade; Resiliência; Estruturas de betão armado; Eventos naturais extremos |
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| dc.subject |
Regulamento dos Produtos da Construção (RPC) |
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| dc.title |
Diferenciação de níveis de resposta de estruturas de betão armado a eventos naturais extremos |
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| dc.type |
conferenceObject |
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| dc.identifier.localedicao |
LNEC, lisboa |
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| dc.identifier.local |
LNEC, Lisboa |
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| dc.description.sector |
DED/NEG |
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| dc.identifier.conftitle |
Reabilitar & Betão Estrutural 2020 |
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| dc.contributor.peer-reviewed |
SIM |
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| dc.contributor.academicresearchers |
SIM |
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| dc.contributor.arquivo |
SIM |
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