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O comportamento dos materiais de enrocamento é fortemente condicionado pela resistência ao esmagamento
das suas partículas. A resposta deformacional de um provete de ensaio resulta na rotura dos elementos de
rocha, quando as tensões de contacto ultrapassam a resistência ao esmagamento, ou de um rearranjo das
suas partículas, até se atingir um estado de equilíbrio. É sabido que certos aspetos do comportamento de
enrocamento, como a compressibilidade e resistência ao corte, dependem da tensão de confinamento e que
essa dependência é em grande parte devida à quebra das partículas. Como tal, torna-se importante caracterizar
mecanicamente os fragmentos rochosos com o intuito de prever o comportamento estrutural de aterros de
enrocamento. Este artigo apresenta vários ensaios de esmagamento realizados sobre partículas de granito
isoladas, de várias dimensões, onde se diferenciam os mecanismos de quebra de irregularidades e quebra
completa da partícula. Os resultados são depois analisados e comparados, recorrendo à função de distribuição
de Weibull, com especial atenção à influência do tamanho das partículas. |
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