Abstract:
No artigo desenvolve-se uma reflexão geral sobre os subespaços da habitação, seguindo-se uma perspectiva de “des-funcionalização” e de “des-hierarquização”, que segue uma crítica ao excesso de funcionalidade e de hierarquização domésticas. Neste sentido desenvolve-se o que se julga ser a importância da previsão de adequados cantos e recantos domésticos, ao serviço de uma habitação, que seja sítio de expressão de identidade e de apropriação e que seja marcada por zonas expressivamente individualizadas e do casal – optando-se até, aqui, eventualmente, por uma “nova” relação entre o
“núcleo/célula” habitacional individual (ou do casal) e o próprio edifício.