Abstract:
A nossa habitação pode e deve ser e ir evoluindo, gradualmente, no sentido de ser verdadeiramente a nossa “casa”, base amigável e estimulante dos nossos mundos pessoais, e assim, suporte directo da nossa identidade familiar e individual, uma verdadeira “casca de caracol”, bem à nossa medida, física, psicológica e afectivamente. Neste sentido, no artigo aborda-se este tema, globalmente, e em seguida apontam-se associações e hábitos interessantes sobre recantos domésticos, assim como alguns dos mais significativos aspectos ligados a estes recantos, em termos de motivação para o seu uso, problemas mais correntes e outras questões que aí, frequentemente, se colocam (dimensionais e outras).