| dc.contributor.author |
Santos Silva, A.
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pt_BR |
| dc.date.accessioned |
2018-10-19T09:34:07Z |
pt_BR |
| dc.date.accessioned |
2018-11-15T11:25:30Z |
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| dc.date.available |
2018-10-19T09:34:07Z |
pt_BR |
| dc.date.available |
2018-11-15T11:25:30Z |
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| dc.date.issued |
2018-10 |
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| dc.identifier.citation |
http://dx.doi.org/10.1590/s1678-86212018000400293 |
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| dc.identifier.issn |
ISSN 1678-8621 |
pt_BR |
| dc.identifier.uri |
https://repositorio.lnec.pt/jspui/handle/123456789/1011014 |
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| dc.description.abstract |
A cal aérea é um ligante com grande durabilidade, como atestam inúmeros vestígios arqueológicos da época romana e não só. Quando é referido que uma determinada argamassa ou pintura mural foi executada com cal aérea, poucas vezes é descrito que ela é do tipo dolomítico. A escassez de referências a este tipo de ligante pode ser atribuída à menor disponibilidade de calcários dolomíticos. Porém, existem vários casos em Portugal, e em outros Países, da sua utilização que não parecem estar só associados aos principais recursos calcários. É reconhecido que em termos tecnológicos a sua produção requer menor temperatura de calcinação do que a necessária para a produção de cal calcítica. Este motivo, associado a propriedades de resistência à água, terá justificado o uso da cal dolomítica no passado, como atestam alguns exemplos de construções antigas, alguns dos quais são descritos brevemente neste artigo. Apesar desse passado, a cal dolomítica continua atualmente a ser desconhecida para a maioria dos membros da comunidade técnica e científica. Acresce que alguns resultados de caracterização são por vezes contraditórios, o que motiva algum receio da sua utilização. Este artigo visa desmistificar alguns preconceitos relacionados com uma eventual menor durabilidade da cal dolomítica, apresentando-se os mecanismos reacionais deste ligante e dos seus compostos de hidratação e de alteração, bem como alguns exemplos da utilização da cal dolomítica em monumentos Portugueses. Finalmente são apresentados resultados de caracterização física e mecânica deste ligante secular, que confirmam as suas características e que justificam o seu maior uso, nomeadamente em casos de conservação e restauro de argamassas em edificações históricas |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído |
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| dc.rights |
restrictedAccess |
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| dc.subject |
Cal |
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| dc.subject |
Argamassas |
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| dc.subject |
Durabilidade |
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| dc.subject |
Caracterização |
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| dc.title |
Cal dolomítica: o passado e o presente |
pt_BR |
| dc.title.alternative |
Dolomitic lime: the past and present |
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| dc.type |
workingPaper |
pt_BR |
| dc.identifier.localedicao |
Porto de Alegre |
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| dc.description.pages |
63-74pp |
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| dc.description.comments |
Agradece-se a disponibilização de ligantes pelas empresas Lusical e Calcical, à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) pelo seu apoio através do projeto PTDC/EPH-PAT/4684/2014: DB-HERITAGE - Base de dados de materiais de construção com interesse histórico e patrimonial, e também ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) pelo seu apoio através dos projetos DUR-HERITAGE - Durabilidade e caracterização de materiais com interesse histórico e PRESERVe - Preservação de revestimentos do património construído com valor cultural: identificação de riscos, contributo do saber tradicional e novos materiais para conservação e proteção. Agradece-se também a Ana Vinagre, Rosário Veiga, Ana Rita Santos, Dora Santos, Paula Menezes, Dora Soares e Fátima Llera pela ajuda na campanha experimental e disponibilização de informação para a redação deste artigo. |
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| dc.description.volume |
Vol. 18, Nº 4 |
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| dc.description.sector |
DM/NMM |
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| dc.identifier.proc |
0204/111/19821 |
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| dc.identifier.proc |
0204/111/19715 |
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| dc.description.magazine |
Ambiente Construído |
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| dc.contributor.peer-reviewed |
SIM |
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| dc.contributor.academicresearchers |
NAO |
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| dc.contributor.arquivo |
NAO |
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