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Transporte sedimentar potencial a sul da embocadura do rio Mondego

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dc.contributor.author Oliveira, J. N. pt_BR
dc.contributor.author Oliveira, F. S. B. F. pt_BR
dc.date.accessioned 2016-11-03T10:39:05Z pt_BR
dc.date.accessioned 2017-04-13T11:56:45Z
dc.date.available 2016-11-03T10:39:05Z pt_BR
dc.date.available 2017-04-13T11:56:45Z
dc.date.issued 2016-08 pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.lnec.pt/jspui/handle/123456789/1008753
dc.description.abstract O presente estudo tem como objetivo caracterizar o transporte sedimentar longitudinal potencial (capacidade de transporte) entre as embocaduras dos rios Mondego e Lis no período 1952-2010. Enquadra-se no âmbito de um estudo mais alargado, cujo objetivo é o estudo da dinâmica sedimentar costeira e a previsão da evolução futura da linha de costa do mesmo trecho. O estudo baseia-se em modelação numérica dos processos físicos costeiros para determinar a série temporal (com frequência de 6 horas) de transporte sedimentar longitudinal potencial induzido pela agitação marítima e variação do nível do mar devida à maré astronómica e meteorológica, no período 1952-2010. Concluiu-se sobre a elevada variabilidade interanual e sazonal do transporte sedimentar longitudinal potencial, Qs, e confirmou-se a direção dominante da deriva para sul (em 46 dos 59 anos em estudo). Obtiveram-se volumes anuais médios de Qs Total e Resultante para sul de 918 e 270 x103 m3 e volumes anuais extremos de Qs Total 578 e 1 500 x103 m3. Da análise do diagrama de balanço sedimentar do ano de Qs Total médio e da distribuição de Qs ao longo do perfil transversal, concluiu se que grande parte do volume mobilizado se deve aos eventos com Hrms 2.00-5.00 m e Dir 295-305ºN e identificaram-se as zonas onde essa mobilização é mais intensa. Da análise à sazonalidade concluiu-se que no verão marítimo apenas existe potencial para mobilizar cerca de 60% do volume sedimentar mobilizado no inverno, sendo evidente nas duas estações marítimas a deriva resultante na direção sul. Da análise adicional aos anos de Qs Sul e Qs Norte máximos identificaram-se extensões da zona ativa do perfil de praia de 1 500, 2 270 e 1 970 m nos três anos referidos, respetivamente. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.subject Transporte sedimentar longitudinal pt_BR
dc.subject Figueira da Foz pt_BR
dc.subject Modelação numérica pt_BR
dc.subject Processos costeiros pt_BR
dc.title Transporte sedimentar potencial a sul da embocadura do rio Mondego pt_BR
dc.type report pt_BR
dc.identifier.localedicao LNEC, Lisboa pt_BR
dc.description.sector DHA/NEC pt_BR
dc.identifier.proc 0604/1307/19596 pt_BR
dc.contributor.arquivo SIM pt_BR


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