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A DIMENSÃO LONGILITORAL NA RESILIÊNCIA DUNAR DURANTE TEMPESTADES MARÍTIMAS

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dc.contributor.author Oliveira, F. S. B. F. pt_BR
dc.date.accessioned 2015-10-19T11:30:16Z pt_BR
dc.date.accessioned 2017-04-12T11:03:12Z
dc.date.available 2015-10-19T11:30:16Z pt_BR
dc.date.available 2017-04-12T11:03:12Z
dc.date.issued 2015-10 pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.lnec.pt/jspui/handle/123456789/1007640
dc.description.abstract Durante temporais marítimos que atingem a costa ocorre, frequentemente, a erosão de sistemas praia duna. Apesar da componente transversal dos processos costeiros ser predominante relativamente à componente longitudinal durante eventos deste tipo, é importante conhecer como os gradientes longitudinais da geomorfologia afetam a morfodinâmica do sistema praia-duna no seu todo. Este estudo teve como objetivo analisar o efeito da variação longitudinal da morfologia da duna frontal na morfodinâmica do sistema praia-duna sob ação de ondas incidentes oblíquas e variação do nível do mar devida à ação das marés astronómica e meteorológica. A insuficiência de dados de campo ou laboratório deste tipo para condições de temporal marítimo é uma limitação à compreensão dos processos costeiros subjacentes. Por isso, nesta análise recorreu-se a um modelo numérico 2DH de morfodinâmica baseado nos processos costeiros. A morfologia do caso de estudo foi simplificada para limitar a complexidade dos fenómenos físicos envolvidos e, assim, melhor se identificarem os mecanismos responsáveis pela evolução morfológica verificada. Inicialmente apenas a altura da duna frontal variava na direção longitudinal. Contudo, no decorrer da tempestade, com a erosão da duna, outras características morfológicas no topo e acima da face de praia deixaram de ser uniformes na direção longitudinal. Apesar do volume de sedimentos erodidos da zona face de praia-berma-duna frontal ser mais elevado para os trechos de duna mais alta e o recuo da duna frontal ser maior para os trechos de duna mais baixa, a nova topo-hidrografia das zonas de rebentação e face de praia continuou bastante uniforme na direção longitudinal. Concluiu-se que parte do volume de sedimentos erodidos da zona face de praia-berma-duna frontal dos trechos de duna mais alta é transportada pela corrente longitudinal e depositada na área submersa dos trechos de duna mais baixa, atenuando assim os gradientes longitudinais da topo hidrografia das zonas de rebentação e face de praia. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Universidade de Aveiro pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.subject Praia pt_BR
dc.subject Erosão pt_BR
dc.subject Morfodinâmica pt_BR
dc.subject Temporal marítimo pt_BR
dc.subject Proteção costeira pt_BR
dc.title A DIMENSÃO LONGILITORAL NA RESILIÊNCIA DUNAR DURANTE TEMPESTADES MARÍTIMAS pt_BR
dc.type conferenceObject pt_BR
dc.identifier.localedicao Universidade de Aveiro pt_BR
dc.description.pages 11p pt_BR
dc.identifier.local Universidade de Aveiro pt_BR
dc.description.sector CD/CD pt_BR
dc.description.magazine VIII CPGZCPEP pt_BR
dc.identifier.conftitle VIII CPGZCPEP pt_BR
dc.contributor.peer-reviewed SIM pt_BR
dc.contributor.academicresearchers NAO pt_BR


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