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Metodologia para o traçado da Linha de Máxima Preia-Mar de Águas Vivas Equi - nociais em ambientes de transição: aplicação ao estuário do Tejo (Portugal)

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dc.contributor.author Rilo, Ana pt_BR
dc.contributor.author Freire, P. pt_BR
dc.contributor.author Mendes, R. pt_BR
dc.contributor.author Ceia , R. pt_BR
dc.contributor.author Catalão, J. pt_BR
dc.contributor.author Taborda, R. pt_BR
dc.contributor.author Melo , Ricardo . pt_BR
dc.contributor.author Caçador, M. pt_BR
dc.contributor.author Freitas, M. C. pt_BR
dc.contributor.author Fortunato, A. B. pt_BR
dc.contributor.author Alves, E. pt_BR
dc.date.accessioned 2014-09-18T09:36:19Z pt_BR
dc.date.accessioned 2014-10-20T09:52:56Z pt_BR
dc.date.accessioned 2017-04-13T08:31:17Z
dc.date.available 2014-09-18T09:36:19Z pt_BR
dc.date.available 2014-10-20T09:52:56Z pt_BR
dc.date.available 2017-04-13T08:31:17Z
dc.date.issued 2014-03 pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.lnec.pt/jspui/handle/123456789/1006463
dc.description.abstract Os trabalhos desenvolvidos por equipas de investigação sobre a zona costeira bem como as ferramentas de gestão e ordenamento das regiões hidrográficas, como, por exemplo, os Planos de Gestão de Bacia Hidrográfica e os Planos de Ordenamento de Estuários, necessitam da definição de margem e de leito e, por conseguinte, do traçado da Linha de Máxima Preia-Mar de Águas Vivas Equinociais (LMPMAVE) que corresponde ao seu limite. Muito embora a definição destas áreas e respetivo limite esteja descrita na lei que estabelece a titularidade dos recursos hídricos, existe uma dificuldade prática em transpor para a realidade do terreno as conceções legais, particularmente em sistemas de transição, como os estuários. Assim, revela-se prioritário o desenvolvimento de uma metodologia abrangente e objetiva capaz de responder a este desafio. No presente trabalho, apresenta-se uma abordagem metodológica interdisciplinar e integrada, baseada na recolha e análise de informação bibliográfica, cartográfica e de campo sobre a área de estudo (estuário do Tejo), bem como a experiência adquirida no traçado deste limite noutros locais do país. Deste modo, foi possível desenvolver um conjunto de critérios para o traçado da LMPMAVE em ambientes de transição, que podem ser divididos em quatro tipologias: a) biofísica, estabelecida através da presença ou ausência de vegetação halófita; b) tipo de estrutura/altimétrica, que se prende com as características intrínsecas da estrutura e sua elevação; c) de uso do solo; d) de índole legal, baseada na Lei 54/2005 de 15 de novembro. O desenvolvimento e aplicação desta metodologia ao estuário do Tejo permitiu dispor pela primeira vez do traçado deste limite neste importante sistema de transição e, simultaneamente, ultrapassar a dificuldade de implementar os conceitos legais de LMPMAVE no terreno, ao criar critérios objetivos de suporte à sua marcaçã pt_BR
dc.publisher Revista da Gestão Costeira Integrada pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.subject Costeira pt_BR
dc.subject Leito pt_BR
dc.subject Margem pt_BR
dc.subject Metodologia integrada pt_BR
dc.title Metodologia para o traçado da Linha de Máxima Preia-Mar de Águas Vivas Equi - nociais em ambientes de transição: aplicação ao estuário do Tejo (Portugal) pt_BR
dc.type article pt_BR
dc.description.pages 96-107pp pt_BR
dc.description.sector DHA/NEC pt_BR
dc.description.magazine Revista da Gestão Costeira Integrada pt_BR


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