| dc.description.abstract |
A descrição topo-hidrográfica dos sistemas lagunares constitui informação fundamental para a
compreensão da dinâmica hidrológica, morfológica e sedimentar aí operante, bem como para
a respetiva modelação, numérica ou física. No que
conhecidos levantamentos topo
Quintino (1988) apresente uma figura de localização das estações de amostragem que inclui
algumas linhas de contorno batimétrico (
profundidade, estimadas em relação ao plano de água existente no momento de realização
das campanhas de campo.
Figura 1. Esboço da batimetria da Lagoa de Albufeira (adaptado de Quintino, 1988,
Em comparação com estruturas similares do litoral nacional, a laguna de Albufeira é
invulgarmente profunda: a profundidade máxima
Lagoa Grande e 2 m na zona central da Lagoa Pequena, tendo o canal de ligação entre ambas
menos de 2 m. No entanto, a espessura da coluna de água
pelo que, com a barra fechada e em anos de pluviosidade elevada,
excepcionalmente, como no inverno de 1990
Grande e 6 m na Lagoa Pequena.
bem como na zona terminal (interna) dos depósitos interiores,
lagunar.
z
Ocano Atlântico
3 10
13
Boca
Velha
Bico D.
Fernando
Ribª
CRIAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE MONITORIZAÇÃO NO LITORAL ABRANGIDO PELA
DE JURISDIÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DA REGIÃO HIDROGRÁFICA DO
respeita à Lagoa de Albufeira, não são
topo-batimétricos da totalidade do espaço lagunar, embora
Figura 1), obtidas por interpolação de sondas de
in Freitas e Ferreira,
2004).
em 1988 rondava 13 m no corpo oeste da
varia consideravelmente
esta pode exceder (embora
– Freitas & Ferreira, 2004), 20 m na Lagoa
Junto às margens, o declive dos fundos era mais
vizinhos da embocadura
Ribª da Aiana
Ribª da Ferraria
Ribª |
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