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O papel da identidade social na integração de imigrantes e de grupos minoritários em Portugal

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dc.contributor.author Rebelo, M. pt_BR
dc.contributor.author Pereira, A. pt_BR
dc.contributor.author Silva, D. S. pt_BR
dc.contributor.editor AGIR – Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural pt_BR
dc.date.accessioned 2013-10-17T15:39:37Z pt_BR
dc.date.accessioned 2014-10-10T09:44:44Z pt_BR
dc.date.accessioned 2017-04-12T16:24:14Z
dc.date.available 2013-10-17T15:39:37Z pt_BR
dc.date.available 2014-10-10T09:44:44Z pt_BR
dc.date.available 2017-04-12T16:24:14Z
dc.date.issued 2013-07 pt_BR
dc.identifier.citation Rebelo, M., Pereira, A., Silva, D. (2013). O papel da identidade social na integração de imigrantes e de grupos minoritários em Portugal. AGIR - Revista Interdisciplinar de Ciências Sociais e Humanas, 1(1), 253-266 pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.lnec.pt/jspui/handle/123456789/1005255
dc.description.abstract A reciprocidade e aceitação mútua entre grupos sociais em copresença são indispensáveis à integração social e à coesão social mais alargada. A identidade social (Tafjel, 1972) constitui um conceito incontornável no entendimento das relações intergrupais, dado que reflecte trajectórias individuais e sociais e fornece sinais sobre situações de (des)ajustamento social. Através de uma entrevista estruturada, o presente estudo procura compreender os processos identitários de imigrantes africanos e de ciganos e discute o papel destes processos na promoção da integração social. A partir da identificação de valorização de aspectos do grupo étnico/etno-nacional e do grupo maioritário em vários domínios construiu-se uma tipologia de identidade étnica (Hutnik, 1991). Os principais resultados indicam a existência de uma dicotomia entre aculturação (adesão simultânea a valores, normas e regras de ambos os grupos) e dissociação (expressão de forte identificação em relação ao próprio grupo e afastamento relativamente ao grupo maioritário). A baixa prevalência de indivíduos em processos de marginalização, ou seja, que veiculam representações negativas sobre ambos os grupos, é um bom indício de integração destas populações. No entanto, o peso razoável de pessoas em dissociação representa um risco social marcante dado que traduz um fechamento no próprio grupo e um afastamento da sociedade de acolhimento. Estes resultados salientam a promoção da proximidade social entre maioria-minoria, o que ajudaria os grupos a encararem a sua cultura de uma forma mais flexível, mais negociada e, sobretudo, mais ajustada aos valores actuais, reduzindo, desta forma, conflitos e tensões entre grupos étnicos e etno-nacionais e com a maioria. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher AGIR – Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural pt_BR
dc.relation.ispartofseries Migrações; pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.subject Identidade étnica pt_BR
dc.subject Distintitividade intergrupal pt_BR
dc.subject Diversidade pt_BR
dc.subject Gestão identitária pt_BR
dc.subject Sustentabilidade social pt_BR
dc.title O papel da identidade social na integração de imigrantes e de grupos minoritários em Portugal pt_BR
dc.type article pt_BR
dc.identifier.localedicao Porto pt_BR
dc.description.figures 1 pt_BR
dc.description.tables 3 pt_BR
dc.description.pages 253-266 pt_BR
dc.description.volume Vol. 1, n.º 1, pt_BR
dc.description.sector DED/NUT pt_BR
dc.description.magazine Revista Interdisciplinar de Ciências Sociais e Humanas pt_BR


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