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As bacias de retenção podem constituir uma importante medida de controlo na
origem para o amortecimento dos caudais de cheia e a gestão sustentável de
sistemas de drenagem urbana. O pré-dimensionamento de bacias de retenção é
geralmente efectuado através do método simplificado, também conhecido por
método holandês, embora o dimensionamento final requeira a utilização de um
método numérico que tenha em consideração hietogramas de projecto, as
características da bacia de drenagem, a geometria da estrutura de retenção e a lei
de vazão dos órgãos de descarga.
Neste trabalho faz-se uma reflexão sobre o método holandês e sobre outros
métodos de dimensionamento de estruturas de retenção e apresentam-se alguns
exemplos que deixam em evidência as suas potencialidades e limitações. Dado que
o dimensionamento com modelos distribuídos e hidrodinâmicos convencionais
obriga à realização de um conjunto alargado de simulações, desenvolveu-se um
modelo numérico que determina a duração de ponta da chuvada crítica de projecto
e que permite o cálculo iterativo das necessidades de armazenamento, para
diferentes opções de dimensionamento da bacia de retenção e dos órgãos de
descarga. |
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