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A simulação da ocorrência de uma cheia catastrófica
associada à remoção integral da barragem de
Alqueva é efectuada com base num modelo de
dinâmica de fluidos.
O modelo que serve de base às simulações considera
a geometria aproximada da bacia do rio e condições
hidrológicas iniciais, utilizando as equações
unidimensionais discretizadas da conservação da
massa e do momento linear (equações de Saint-
Venant) e as formulações adoptadas para as forças
envolvidas.
Neste modelo são utilizados o método dos volumes
finitos, uma interpolação não linear do termo
convectivo e o método de Runge-Kutta de 4ª ordem.
Ao mesmo caso de estudo foi aplicado o modelo
unidimensional de simulação de cheias HEC-RAS.
Foram simulados dois cenários O primeiro considera
a descarga da cheia de projecto dos descarregadores,
ou seja, um caudal permanente igual a 10 000 m3/s.
O segundo considera como condições iniciais uma
cota inicial de 140 m de água na albufeira, sendo as
simulações efectuadas após a remoção da barragem.
Neste artigo, apresenta-se uma análise comparativa e
crítica dos resultados obtidos nas simulações
numéricas efectuadas para ambos os cenários e por
ambos os modelos. Esta análise comparativa
permitiu avaliar, para o caso estudado, as diferenças
de resultados obtidos pelos dois modelos. |
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