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No âmbito dos planos de bacia hidrográfica elaborados para o Instituto da Água (INAG) procedeu-se
à avaliação dos recursos hídricos superficiais na área do plano de bacia hidrográfica do rio Minho. Neste
trabalho referem-se as metodologias consideradas, as principais dificuldades decorrentes da sua
aplicação, e os principais resultados obtidos, agrupados segundo três variáveis hidrológicas: precipitação,
evapotranspiração e escoamento. O período de análise compreende os anos hidrológicos de 1941/42 a
1990/91 (50 anos). Pela sua importância no estudo, é feita uma breve descrição do estado da rede
hidrometeorológica da região. Devido à dimensão reduzida das séries meteorológicas foi necessário
suplementar um conjunto elevado de valores. A distribuição espacial das estações pluviométricas levou à
consideração de um conjunto adicional de postos para os quais foram gerados valores a partir de relações
de precipitação – altitude. Com base nas séries de precipitação e de evapotranspiração potencial foram
simuladas as afluências em regime natural em várias sub-bacias da região através da aplicação de um
modelo hidrológico. A inexistência de valores de escoamento nos afluentes do rio Minho não permitiu
calibrar o modelo para a região em estudo, tendo sido considerados parâmetros obtidos na bacia
hidrográfica do rio Lima. Foi demonstrado que este procedimento conduz a escoamentos próximos dos
observados nos afluentes da margem direita do rio Minho. |
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