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<title>DE/NESDE - Relatórios Científicos</title>
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<updated>2026-04-04T23:33:26Z</updated>
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<title>The LNEC earthquake engineering testing facility. Background information: LNEC testing facility, testing setup and protocol and data processing</title>
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<updated>2020-08-04T13:11:35Z</updated>
<published>2013-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">The LNEC earthquake engineering testing facility. Background information: LNEC testing facility, testing setup and protocol and data processing
Campos Costa, A.; Candeias, P.; Piazza, M.; Tomasi, R.; Lourenço, P.; Branco , J.; Schickhofer, G.; Flatscher, G.
The TIMBER BUILDINGS Project, led by the University of Trento, included testing of four full scale multi-story timber houses with a realistic horizontal plan and three types of timber housing systems: platform frame system (PFS), log house system (LHS) and cross laminated timber (CLT). The tests were carried in the LNEC-3D shake table under different levels of excitation and different conditions of the structure.
The tests were carried with the goal of assessing the seismic performance of the buildings, panel elements and steel connectors, defined in terms of relative displacements and hold-down forces.
The results were presented in separate reports, one for each building. This document contains information common to the remaining four reports.
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<dc:date>2013-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Metodologia para a avaliação da segurança sísmica de edifícios existentes baseada em análises de fiabilidade estrutural - Edifícios de betão armado</title>
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<updated>2019-10-09T10:10:38Z</updated>
<published>2019-03-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Metodologia para a avaliação da segurança sísmica de edifícios existentes baseada em análises de fiabilidade estrutural - Edifícios de betão armado
Sousa, R.; Campos Costa, A.; Costa, A.
A avaliação da segurança sísmica de edifícios existentes tem como quadro de referência o Eurocódigo 8 –&#13;
Parte 3 (NP EN 1998-3; 2017), que apresenta procedimentos de avaliação com âmbito de aplicação geral.&#13;
A complexidade daqueles procedimentos, aliada ao reconhecimento de que uma parte significativa do&#13;
território nacional apresenta uma sismicidade moderada a baixa, faz com que a aplicação do Eurocódigo 8 – Parte 3 seja demasiado complexa para a maioria dos edifícios existentes de pequeno a médio porte que cumpram certos requisitos de regularidade estrutural. Além disso, dada a natureza aleatória dos sismos, o nível da exigência de segurança estrutural a requerer para as diferentes categorias de edifícios nas diferentes zonas sísmicas deve ser definido em termos probabilísticos de forma a garantir que a probabilidade de se excederem certos níveis de danos, devido à ocorrência de sismos, seja uniforme no território nacional. Neste contexto, foi desenvolvido um estudo realizado ao abrigo do Protocolo de Colaboração no âmbito do Estudo de Procedimentos para Certificação Sísmica de Edifícios Existentes, de 2014, de cooperação entre o LNEC e a SPES com o objetivo de definir procedimentos alternativos expeditos&#13;
que, não pretendendo substituir a aplicação da regulamentação existente para a totalidade dos edifícios, permitem avaliar a segurança sísmica de uma sub-classe considerável de edifícios de forma mais conservativa comparativamente aos procedimentos regulamentares de referência. Assim, neste documento são propostos dois métodos expeditos que permitem avaliar a resistência de edifícios de betão armado relativamente à ação sísmica, sem recurso a modelos numéricos, apenas com base nas propriedades geométricas (Método I) e também mecânicas (Método II) dos pilares dos edifícios. Não obstante a simplicidade dos dois métodos expeditos, utilizaram-se no seu desenvolvimento análises probabilísticas de avaliação de segurança sísmica (Nível 3, avaliação da probabilidade de excedência de estados limites), aplicadas a um universo de estruturas representativas de uma fração relevante do parque habitacional português. Os métodos propostos neste estudo permitem, por um lado, assegurar o mesmo nível de fiabilidade estrutural para diferentes graus de perigosidade sísmica em Portugal e, por outro lado, que as&#13;
avaliações sejam mais conservativas para métodos com graus de simplificação crescente. Apresenta-se neste documento uma descrição detalhada das diferentes fases do estudo desenvolvido, terminando com um exemplo de aplicação dos diferentes métodos a um edifício existente de betão armado e com uma avaliação do grau de aproximação dos resultados obtidos com os métodos expeditos propostos relativamente à metodologia de avaliação sísmica de referência definida na NP EN1998-3 (2017).
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<dc:date>2019-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mapas de perigosidade sísmica para Portugal Continental: Uma análise crítica - Parte I – Períodos de recorrência de sismos</title>
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<name>Carvalho, A. M.</name>
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<name>Malfeito, N.</name>
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<updated>2019-02-07T15:38:55Z</updated>
<published>2018-11-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Mapas de perigosidade sísmica para Portugal Continental: Uma análise crítica - Parte I – Períodos de recorrência de sismos
Carvalho, A. M.; Malfeito, N.
Nos estudos probabilísticos para avaliação da perigosidade sísmica, são estabelecidas zonas de geração sísmica (zonas sismogénicas), representando regiões que partilham as mesmas caraterísticas sismológicas, tectónicas e geológicas e definidas as relações entre a frequência com que aí ocorrem os sismos e as respetivas magnitudes, num dado período de tempo. Em 2006, para o Anexo Nacional do Eurocódigo 8, foram consideradas e caraterizadas 11 zonas Sismogénicas para Portugal continental, adaptadas de estudos previamente elaborados em 1996. Entre 2008 e 2009, no âmbito dos projetos ERSTA e SHARE, foram propostas novas zonas sismogénicas, e estimados os respetivos parâmetros da lei de frequência - magnitude. Estas diferentes propostas resultaram em diferentes mapas de perigosidade sísmica para Portugal continental. A SPES, Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, espelhando a inquietude existente na comunidade científica face às diversas expressões da perigosidade sísmica em Portugal, e consciente da necessidade de um consenso perante os agentes decisores, considerou urgente a realização de um estudo criterioso acerca das opções tomadas, nos diferentes estudos, e suas implicações. É neste&#13;
contexto que surge este trabalho, que pretende fazer uma análise crítica e comparativa dos resultados&#13;
obtidos nos diferentes estudos mencionados e as suas implicações ao nível dos períodos de retorno para sismos de maior magnitude. Numa parte II, serão estudadas as implicações em termos de valores da perigosidade sísmica, para vários períodos de retorno e frequências espetrais.
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<dc:date>2018-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Modelos estocásticos de rutura progressiva de falha para caracterização da ação sísmica em Portugal. Aplicação ao sismo de 1 de Novembro de 1755.</title>
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<name>Carvalho, A. M.</name>
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<name>Campos Costa, A.</name>
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<updated>2018-03-06T16:54:49Z</updated>
<published>2004-08-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Modelos estocásticos de rutura progressiva de falha para caracterização da ação sísmica em Portugal. Aplicação ao sismo de 1 de Novembro de 1755.
Carvalho, A. M.; Campos Costa, A.
A caracterização da ação sísmica, para efeitos de projeto e verificação de segurança das estruturas de engenharia civil, é realizada para valores de intensidade sísmica elevados quando comparados com os valores de intensidade sísmica sentidos frequentemente. Tais valores elevados são compatíveis com os níveis de segurança exigidos para as estruturas, que usualmente são considerados implícitos nas regras de dimensionamento e verificação de segurança de estruturas contempladas nos códigos em vigor.
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<dc:date>2004-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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