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<title>DT/NPTS - Comunicações a congressos e artigos de revista</title>
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<updated>2026-10-26T10:08:20Z</updated>
<dc:date>2026-10-26T10:08:20Z</dc:date>
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<title>Análise da distração durante a condução em Portugal: evolução dos indicadores de desempenho no âmbito dos projetos BASELINE e TRENDLINE</title>
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<name>Vieira, S.</name>
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<name>Cardoso, J. L.</name>
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<updated>2026-09-04T10:15:51Z</updated>
<published>2025-05-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise da distração durante a condução em Portugal: evolução dos indicadores de desempenho no âmbito dos projetos BASELINE e TRENDLINE
Vieira, S.; Cardoso, J. L.
A distração durante a condução pela utilização de dispositivos móveis é um importante fator de&#13;
aumento de risco de acidentes de viação. Nesta comunicação aborda-se a problemática da distração durante a&#13;
condução em Portugal, com base nos dados recolhidos nos projetos europeus Baseline e Trendline, cofinanciados&#13;
pela Comissão Europeia. O projeto Baseline visou o desenvolvimento de Indicadores Chave de Desempenho&#13;
(IDS) relacionados com a segurança rodoviária, no qual foi incluída a distração durante a condução. No Trendline,&#13;
dá-se continuidade ao trabalho do projeto Baseline, possibilitando a análise da evolução desses IDS através da&#13;
recolha de novos dados, usando uma base metodológica comum, apenas ligeiramente atualizada para avaliar os&#13;
principais fatores influentes na segurança rodoviária. A metodologia adotada envolveu critérios específicos para&#13;
a seleção de locais e a recolha de dados. Nesta comunicação apresentam-se os resultados da análise dos IDS&#13;
desagregados por categoria de estrada e tipo de veículo. Os dados recolhidos em 2022 mostram que a maioria dos&#13;
condutores não utilizava dispositivos móveis ao conduzir, com uma taxa de cumprimento de 98% nas&#13;
autoestradas. Contudo, a comparação entre os resultados dos projetos Baseline e Trendline revela um aumento de&#13;
cerca de 2-3% na utilização de dispositivos móveis durante a condução, o que evidencia a necessidade de&#13;
desenvolver e aplicar intervenções específicas para corrigir este tipo de comportamento perigoso e contribuir para&#13;
a redução de acidentes e vítimas associados, conforme pretendido na Estratégia de Segurança Rodoviária do País.
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<dc:date>2025-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Formação técnica de auditores de segurança rodoviária em Portugal</title>
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<name>Cardoso, J. L.</name>
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<name>Roque, C. A.</name>
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<name>Vieira, S.</name>
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<name>Roque, C.A.</name>
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<name>Areal, A.</name>
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<updated>2026-05-05T16:34:46Z</updated>
<published>2025-05-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Formação técnica de auditores de segurança rodoviária em Portugal
Cardoso, J. L.; Roque, C. A.; Vieira, S.; Roque, C.A.; Areal, A.
Com a publicação da Diretiva 2019/1936, relativa à gestão da segurança da infraestrutura rodoviária (GSIR), foi consideravelmente alargado o âmbito de actuação dos auditores de segurança rodoviária, relativamente ao estabelecido na anterior Diretiva 2008/96/CE. Esta alteração é particularmente relevante no nosso País, uma vez que, diferentemente do verificado nos outros países, a transposição para o quadro legal português daquelas directivas definiu a profissão de auditor de segurança rodoviária.
Por outro lado, com a publicação da Portaria n.º 300/2021, foram criadas as condições para lecionação de cursos de formação para auditores de segurança rodoviária, previstos na transposição da Diretiva 2008/96/CE e da Diretiva 2019/1936, que a substituiu.
Tomando como base os conteúdos programáticos preconizados na Portaria e a experiência obtida com as ações de formação ‘Inspeção de Segurança Rodoviária a Estradas Interurbanas em Operação’, realizadas conjuntamente pelo LNEC e PRP para a Ascendi, estas duas entidades avaliaram a viabilidade de promover os cursos de formação inicial de auditores de segurança rodoviária, designadamente através da pormenorização dos syllabi dos cursos de formação inicial geral e de formação inicial específica. Na sequência, foi organizado e acreditado junto do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) um curso de formação inicial específica, do qual já foi ministrada a primeira edição. Contando com 12 formandos oriundos da Infraestrutruras de Portugal, S.A., esta edição decorreu no último trimestre de 2024.
Na presente comunicação, apresentam-se uma súmula das conclusões da análise de viabilidade efetuada e um resumo da estrutura do curso realizado, salientando-se a preocupação de incluir no âmbito das matérias lecionadas os assuntos mais directamente relacionados com a segurança rodoviária dos utentes vulneráveis e em ambiente urbano. Igualmente, são apresentadas algumas considerações resultantes da avaliação da realização do curso, relevantes para as futuras edições do mesmo.
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<dc:date>2025-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Medidas de Segurança no Ciclismo Urbano: Identificação e Avaliação dos Seus Efeitos</title>
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<name>Christ, A.</name>
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<name>Roque, C. A.</name>
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<name>Moura, F.</name>
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<updated>2026-05-05T16:34:30Z</updated>
<published>2025-05-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Medidas de Segurança no Ciclismo Urbano: Identificação e Avaliação dos Seus Efeitos
Christ, A.; Roque, C. A.; Moura, F.
O ciclismo urbano é uma solução essencial para os desafios de mobilidade nas cidades em crescimento, reduzindo o congestionamento, melhorando a qualidade do ar e incentivando a atividade física. No entanto, a segurança continua a ser uma barreira significativa à adoção do ciclismo como modo de transporte, muitas vezes limitada por infraestruturas inadequadas. Estudos indicam que medidas como ciclovias segregadas, um design eficiente das vias e estratégias de acalmia de tráfego podem aumentar significativamente a adesão ao ciclismo urbano. Esta investigação analisou 46 intervenções de segurança rodoviária, com base numa revisão sistemática da literatura e meta-análises, abrangendo quatro categorias principais: infraestrutura, comportamento, veículos e cuidados pós-impacto. Os resultados destacam que as ciclovias segregadas são particularmente eficazes em áreas densamente povoadas, enquanto campanhas educativas e programas de sensibilização têm maior impacto em contextos com culturas de mobilidade partilhada menos desenvolvidas. Adicionalmente, a análise revelou a importância de uma abordagem integrada que combine diferentes medidas. Infraestrutura, legislação, educação rodoviária e dispositivos tecnológicos de segurança, quando aplicados em conjunto, promovem um ambiente seguro e inclusivo para os ciclistas. Salienta-se também a necessidade de adaptar as estratégias às características locais, considerando fatores como a densidade populacional e os comportamentos culturais. Conclui-se que, para criar cidades sustentáveis e inclusivas, é essencial priorizar a segurança no ciclismo através de intervenções integradas, promovendo a coexistência de diferentes utilizadores das vias. Esta abordagem contribui não só para a mobilidade sustentável, mas também para o fortalecimento da resiliência urbana e da qualidade de vida.
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<dc:date>2025-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estudo sobre a influência dos postes tolerantes com elevada absorção de energia na gravidade dos despistes</title>
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<name>Roque, C. A.</name>
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<name>Cardoso, J. L.</name>
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<name>Martensen, H.</name>
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<name>Lequeux, Q.</name>
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<updated>2026-05-05T16:34:19Z</updated>
<published>2025-05-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estudo sobre a influência dos postes tolerantes com elevada absorção de energia na gravidade dos despistes
Roque, C. A.; Cardoso, J. L.; Martensen, H.; Lequeux, Q.
O presente estudo visou investigar o efeito dos postes tolerantes na gravidade dos despistes ocorridos na região belga da Flandres. Foram recolhidos dados sobre despistes, ocorridos nos anos de 2015 a 2020, em trechos de estradas na Flandres e estimados modelos logit multinomiais e mistos utilizando a gravidade das lesões no condutor e no ocupante mais gravemente ferido como variáveis de resposta.
Nesta comunicação, são apresentados os resultados que demonstram que os postes tolerantes com elevada absorção de energia (classificação conforme a norma CEN 12767 HE) estão associados a uma maior incidência de ferimentos ligeiros, indo ao encontro da atual política flamenga para instalação de postes de iluminação e do conceito de "área adjacente à faixa de rodagem tolerante", para mitigar a gravidade dos despistes nas estradas belgas. O estudo demonstra ainda a importância de proteger os veículos descontrolados dos postes tradicionais, que se confirmou estarem associados a ferimentos graves. A qualidade e disponibilidade dos dados têm constituído limitação fundamental nas tentativas de estudar os efeitos dos obstáculos na área adjacente à faixa de rodagem nas consequências dos acidentes, particularmente quando estes resultam em ferimentos ligeiros ou apenas em danos materiais. Devido a esta limitação os resultados devem ser interpretados com cautela. Por outro lado, para ajustar modelos estatísticos mais flexíveis e robustos, devem ser recolhidos mais dados sobre os acidentes com postes tolerantes envolvendo apenas danos materiais.
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<dc:date>2025-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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