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<title>DBB/Chefia - Comunicações a congressos e artigos de revista</title>
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<updated>2026-04-04T21:00:07Z</updated>
<dc:date>2026-04-04T21:00:07Z</dc:date>
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<title>Validação da modelação de levantamentos com um sensor RGB-D</title>
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<name>Henriques, M. J.</name>
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<name>Sequeira, R.</name>
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<name>Lemos, R.</name>
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<name>Fortes, C. J. E. M.</name>
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<updated>2023-11-21T11:03:41Z</updated>
<published>2023-11-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Validação da modelação de levantamentos com um sensor RGB-D
Henriques, M. J.; Sequeira, R.; Lemos, R.; Fortes, C. J. E. M.
Apresentação de resultados de comparação de levantamentos de um modelo de um quebra-mar realizados com um laser scanner e com um sensor RGB-D
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<dc:date>2023-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Acompanhamento dos processos de deterioração das barragens portuguesas afetadas por reações expansivas do betão</title>
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<name>Batista, A. L.</name>
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<updated>2022-05-11T09:12:57Z</updated>
<published>2022-03-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Acompanhamento dos processos de deterioração das barragens portuguesas afetadas por reações expansivas do betão
Batista, A. L.
Em Portugal há cerca de seis dezenas de grandes barragens de betão com observação continuada, sendo que cerca de um terço estão afetadas por reações expansivas de origem interna do betão. Uma&#13;
delas, a barragem do Alto Ceira, foi mesmo substituída em 2013, já que não era viável a sua reabilitação. Há três que apresentam valores médios das extensões acumuladas no tempo superiores a 1000×10–6 (Pracana, Santa Luzia e Fagilde). A barragem de Pracana sofreu importantes obras de reabilitação na década de 1980. Atualmente apenas a barragem de Fagilde apresenta taxas de expansão anuais&#13;
superiores a 100×10–6. Nas outras barragens afetadas os processos de deterioração são ainda de pequena a moderada magnitude, mas em algumas delas as taxas de expansão têm aumentado nos últimos&#13;
anos.&#13;
Apresenta-se uma síntese das principais atividades de observação (monitorização, inspeção e ensaios) das obras e dos resultados de alguns estudos realizados, no âmbito do acompanhamento do&#13;
comportamento deste conjunto de barragens.
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<dc:date>2022-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Identificação e Modelação dos Efeitos das Expansões do Betão na Barragem da Bemposta</title>
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<name>Rebelo, R.</name>
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<name>Dias, I. M.</name>
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<name>Batista, A. L.</name>
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<updated>2022-04-08T09:06:45Z</updated>
<published>2020-11-03T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Identificação e Modelação dos Efeitos das Expansões do Betão na Barragem da Bemposta
Rebelo, R.; Dias, I. M.; Batista, A. L.
A barragem da Bemposta, no trecho internacional do rio Douro, foi construída entre 1960 e 1964. Destina‐se à produção de energia, permitindo ainda alguma regularização de caudais. Trata‐se de uma barragem em arco‐gravidade de betão, aligeirada com um grande vazamento junto à fundação. É definida em planta por arcos circulares e tem cerca de 87 m de altura máxima acima da fundação. O betão da barragem está afetado por reações expansivas, do tipo álcalis‐sílica, de moderada magnitude, pelo que os seus efeitos  estruturais aparentes são pouco significativos.&#13;
Para interpretação do comportamento observado da barragem e dos efeitos das reações expansivas, foi elaborado um modelo estrutural que considerou a evolução no tempo das principais ações (pressão hidrostática, variações de temperatura e expansões) e das propriedades do betão. As variações de temperatura no corpo da barragem foram calculadas com um modelo térmico que teve em consideração as temperaturas do ar e da água nas superfícies exteriores da barragem e os efeitos da radiação solar. O modelo estrutural foi analisado em regime viscoelástico, para ter em consideração a fluência e a relaxação do betão.&#13;
Foi obtido um ajuste notável entre os resultados da observação e das modelações térmica e estrutural. Os resultados evidenciam que os efeitos das expansões são já dominantes no comportamento da obra, em termos de deslocamentos horizontais e verticais e de tensões.
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<dc:date>2020-11-03T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Observação e análise dos efeitos estruturais das expansões do betão na barragem de Fagilde</title>
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<name>Piteira Gomes, J.</name>
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<name>Batista, A. L.</name>
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<name>Sousa, S.P.A.</name>
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<updated>2022-04-08T09:06:23Z</updated>
<published>2020-11-03T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Observação e análise dos efeitos estruturais das expansões do betão na barragem de Fagilde
Piteira Gomes, J.; Batista, A. L.; Sousa, S.P.A.
A barragem de Fagilde está afetada por expansões do betão, devidas à reação sulfática interna (RSI), que têm provocado a deterioração progressiva da barragem. Há amplas zonas da obra com intensa fendilhação.&#13;
Nesta comunicação é apresentada uma primeira abordagem da análise estrutural da barragem, com o objetivo de identificar os padrões do desenvolvimento heterogéneo da expansão nos diferentes elementos estruturais da obra, bem como estimativas de parâmetros a serem usados em estudos subsequentes. O comportamento da barragem foi simulado através de modelação térmica, higrométrica e estrutural, com base no método dos elementos finitos. Foi considerada a evolução no tempo das principais ações (pressão hidrostática, variações de temperatura e expansões) e das propriedades do betão.&#13;
A definição das expansões livres do betão foi realizada a partir de alguns resultados da observação e de ensaios laboratoriais, e considerou a humidade interna e a temperatura no betão. As expansões estruturais tiveram em conta os efeitos do confinamento proporcionado pelas tensões de compressão. A análise estrutural foi efetuada por um modelo viscoelástico, para ter em consideração a fluência e a relaxação do betão. Tratando-se de uma primeira abordagem de modelação do comportamento da obra, não foi simulada a fendilhação do betão.&#13;
Os resultados obtidos mostram que os efeitos das expansões são largamente dominantes no comportamento da obra, mas as suas condições de funcionalidade e segurança estrutural são ainda satisfatórias.
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<dc:date>2020-11-03T00:00:00Z</dc:date>
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